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Senhor, revela-Te a nós e mostra-nos a Tua Glória. Concede que Te vejamos e ouçamos. Querido Pai celestial, queremos Te adorar e agradecer, porque é tudo para o Teu prazer. Tudo é pela obra consumada de Cristo. Tudo é pelo poder do Espírito Santo. Capacita-nos a nos rendermos a Ti, a desistirmos de nossos direitos, e a deixarmos que Tu tenhas pleno domínio sobre nós, não apenas individualmente, mas juntos, para que Teu Reino possa se tornar uma realidade em nós hoje, e possamos estar aptos para proclamar o evangelho de Jesus Cristo. No nome de nosso Senhor Jesus. Amém.

sábado, 13 de novembro de 2010

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VERDADEIRA CONSAGRAÇÃO

                                      CONSAGRAÇÃO
                                                                 (Christian Chen)


Deixe-me fazer uma pergunta: Tudo o que se reduz a cinzas não tem mais utilidade? Aos olhos dos homens é um desperdício, mas a Bíblia diz que o doce aroma dessa consagração sobe ao céu, e Deus sente o aroma dessa oferta queimada. Para o mundo é um grande desperdício. Somente Deus sente o aroma dessa maravilhosa consagração.

Consagração significa ser trabalhado por Deus. Consagração não é trabalhar para Deus. Consagração não é ir para o Amazonas pregar o evangelho. Consagração significa ser trabalhado por Deus. Somente depois que somos trabalhados por Deus podemos verdadeiramente trabalhar para Deus. Depois de Deus haver operado em nós já não somos mais um "boi vivo", fomos reduzidos a cinzas. Somos transformados a nada, assim poderemos ser enviados para o Amazonas.

Hoje vemos muitos "bois vivos" indo para o Amazonas e damos graças a Deus por eles, pois já que muitos estão indo, nossa consciência não nos incomoda. Mas esse não é o caminho de Deus. Isso não é consagração. O significado de consagração não é trabalhar para Deus. Antes de podermos trabalhar para Ele, nós mesmos precisamos ser trabalhados por Deus, precisamos ser transformados.

Que transformação é essa que acontece no altar? A transformação no altar é apenas uma: aos olhos das pessoas, somos reduzidos a zero. Antes éramos úteis para o mundo. Agora já não temos utilidade alguma para ele. Com relação ao mundo, estou crucificado. Com relação a mim mesmo, o mundo também está crucificado, não há qualquer esperança em mim. Isso é consagração!

Então irão dizer: "Mas que desperdício! Por que você resolveu fazer isso? Você poderia ser um grande diretor da IBM, General Motors ou da Volkswagen. Mas agora você se consagrou ao Senhor. Que desperdício!”.

Foi exatamente isso o que os discípulos de Jesus disseram: "Mas que desperdício! Por que foi derramado esse óleo de alabastro sobre Jesus?" Dentre aqueles discípulos estava Judas. Judas nunca chamou Jesus de Senhor. Já observou que durante toda a vida de Judas, ele sempre chamava o Senhor de Rabi? Ele nunca chamou o Senhor Jesus de Senhor. Judas quis dizer: "Ah, não derrame óleo sobre a cabeça dEle -- é um desperdício!". Ainda que alguém derramasse água sobre a cabeça de Jesus, Judas diria que era um desperdício.

Se conhecermos a preciosidade do nosso Senhor, nunca será um sacrifício consagrar-nos a Ele. É a nossa honra sermos reduzidos a cinzas. As pessoas não vêem, mas Deus sente esse aroma suave. Que coisa maravilhosa! Você está disposto a ser reduzido a cinzas? Poderá dizer: "mas não terei utilidade alguma, serei uma pessoa inútil". Não, de forma alguma! Lembre-se que nós também somos pó, areia. Não somos nada mais do que barro. Não temos nada a oferecer ao Senhor. Mas, de alguma forma, esse sacrifício está agora sobre o altar -- fomos reduzidos a cinzas.

Os Vasos Transparentes
Somente Deus pode usar a cinza. Ele sabe como usá-la. Somos simplesmente barro, simplesmente areia. Mas agora estamos no altar, fomos reduzidos a cinzas. Todavia, quando se mistura areia e cinza e depois coloca-se fogo nessa mistura, qual é o resultado? O resultado é o vidro. Da mistura do barro com a cinza surge um material transparente.
Na Nova Jerusalém tudo é transparente e a Bíblia diz que em frente ao trono há um mar de vidro -- uma linda água marinha . Você já viu uma água marinha? Se visitar Minas Gerais, procure ver uma água marinha. Aquela pequena pedra preciosa é como o mar. No Brasil não se encontram grandes rochas de água marinha mas, diante do trono de Deus sim! Diante de Seu trono nada é opaco, tudo é transparente.

Hoje não entendemos muitas das coisas que nos estão acontecendo. Perguntamos: "Mas por que eu? Por que isso está acontecendo comigo?" Você não entende. Muitas vezes a vontade de Deus é bastante opaca para nós, mas quando chegarmos diante do trono de Deus, quando formos arrebatados, quando estiver na presença de Deus, naquela hora entenderá porque você passou por determinadas dificuldades, porque passou por aqueles vales escuros. Naquela hora você entenderá porque diante do Trono de Deus tudo é transparente. Naquele momento conheceremos e entenderemos a vontade de Deus. "Oh, felizmente Deus nos fez sofrer daquela forma para que sofrimentos maiores pudessem ser evitados. Deus nunca cometeu um erro em nossa vida".
Hoje reclamamos muito, nos queixamos tanto porque nada é transparente para nós. Estamos às escuras, não conhecemos a vontade de Deus. Choramos, derramamos lágrimas, lágrimas de autopiedade. Mas tudo o que Deus tem feito conosco é sempre com o melhor propósito. É a nossa glória. Mas como nós sabemos disto? Quando chegamos no Trono de Deus, tudo vai estar claro. Se estamos debaixo do senhorio de Cristo, vamos descobrir que, diante do Trono de Deus, há um mar de vidro. Tudo é transparente.
Entende agora de que maneira a vontade de Deus pode ser transparente para nós? Significa que precisamos da obra de transformação. Com Deus, da mistura de cinzas e areia, surge algo transparente. É dessa forma que obtemos o vidro. Sempre que olhar para um pedaço de vidro, lembre-se de onde veio; uma parte é barro, outra de cinza.
Queremos conhecer a vontade de Deus, no entanto, apresentamos somente o barro, não temos nenhuma cinza no altar. Queremos ser vidro transparente, mas sem cinzas é impossível. Esse é o caminho da cruz. Passamos por essa transformação com um único propósito: para que essa mesma vontade se torne agradável e doce para nós; para que a vontade de Deus seja aceitável, não somente tolerável. Para algumas pessoas, às vezes, a vontade de Deus é tolerável. Mas a Bíblia diz que a vontade de Deus é agradável e perfeita .
Somente pela obra da cruz em nossas vidas as pessoas poderão ver a beleza que há dentro de nós. Paulo disse: Nós temos esse tesouro em vaso de barro . Você pode ver o tesouro em um vaso de barro? Não, só pode ver o vaso de barro, um vaso de barro é muito opaco. Como esse vaso pode ser tornar transparente? Apresente sua vida a Deus e deixe o Senhor transformá-la em cinzas. Então, misturando as cinzas com o barro, Deus vai nos transformar em um vidro transparente. A partir daí as pessoas começam a ver a beleza, começam a ver o tesouro que está em nós. Essa é a maravilhosa obra de Deus em nossa vida.

Vamos louvar ao Senhor por isso.


(Extraído do livro "Pedras Preciosas" do irmão Christian Chen da Edições Tesouro Aberto)

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

O QUE SIGNIFICA TETELESTAI ?





                                                                          TETELESTAI


Atualmente não gostamos de contemplar o horror da cruz; por isso nós a enfeitamos e quase a deixamos bela. Transformamos a cruz numa linda jóia cheia de brilhantes e pedras preciosas. Devemos lembrar, que para suas vítimas, a crucificação significava vergonha, tortura, uma morte lenta e agonizante. No momento em que pessoas se vêem confrontadas com a morte, muitas perdem suas máscaras e tornam-se verdadeiras.


A história registra as últimas palavras de grandes homens:


DAVID HUME, o ateu, gritou: “Estou nas chamas!” Seu desespero foi uma cena terrível.


HOBBES, um filósofo inglês: “Estou diante de um terrível salto nas trevas.”


GOETHE: “Mais luz!”


NIETZSCHE: “Se realmente existe um Deus vivo, sou o mais miserável dos homens.”


JESUS CRISTO: “Está consumado.”



Esta foi a sexta palavra que Jesus disse na cruz, está registrada em Jo 19.30. Quando comparamos os registros do Evangelho, descobrimos que Ele gritou em voz alta: “Está consumado!”. Esta declaração não foi o gemido de um homem derrotado, mas o grito triunfante da vitória do Filho de Deus, nosso Salvador. Aos trinta e três anos, a maioria das pessoas costuma afirmar: “É o começo”. Mas, nessa mesma idade, Jesus dizia: “Está consumado!” Ele não disse: “Estou acabado”. Não se tratava do lamento de uma vítima vencida pelas circunstâncias, mas o grito de um vencedor derrotando todos os seus adversários. Na língua grega, o significado destas palavras é: “Está consumado, permanece consumado e estará sempre consumado”.




“Tetélestai” – Um termo familiar


Embora esta palavra não seja conhecida de muitas pessoas dos dias atuais, ela era familiar quando o Senhor Jesus ministrava na terra. Os arqueólogos descobriram diversos documentos gregos antigos que continham esta expressão. Quando o Espírito Santo inspirou os escritores do N.T, guiou-os para usarem uma linguagem comum do povo dos dias de Jesus. E esta expressão: “Está consumado” fazia parte da vida diária das pessoas. Vamos explorar estas palavras que eram usadas por alguns indivíduos daquela época, e assim, entender melhor o que significa as palavras de Jesus na cruz.




Servos


Os servos e escravos usavam esta palavra sempre que terminavam um trabalho e levavam o fato ao conhecimento de seus senhores. O servo dizia: “Tetélestai” – Terminei a tarefa que me deste para fazer”. Isto significa que o serviço fora feito como o senhor determinara e na hora que estabelecera.


Jesus Cristo é o Servo santo de Deus (Fp. 2.5-11). O profeta Isaías o descreveu como o servo sofredor de Deus (Is. 42.1-4; 49.1-6; 50.4-9; 52.13 – 53.12). O Dr. John Stott lança luz sobre este tema quando diz que nos textos acima, temos quatro cânticos conhecidos como Cânticos do Servo. Em seus primeiros sermões, registrados no livro de Atos, Pedro se refere a Jesus como “servo” por quatro vezes. Os quatro Cânticos do Servo oferecem diferentes imagens do servo do Senhor. No primeiro, (Is. 42.1-4) o servo é retratado com um mestre, ensinando com mansidão, dotado do Espírito e alcançando os povos. No segundo, (Is 49.1-6) o servo é retratado como um evangelista. A ênfase agora está nas nações distantes. No terceiro, o servo é retratado como um discípulo (Is. 50.4-9), pois é evidente que não se pode ensinar sem primeiro ouvir e aprender. É por esta razão que Iavé desperta o ouvido do seu servo “manhã após manhã” (v. 4). Ele primeiro precisa abrir seu ouvido antes de abrir a boca, mesmo que o que ele aprenda ou ensine seja impopular ou provoque perseguição. Por fim, o servo é retratado como o Salvador sofredor (Is. 52.13 – 53.12), aquele que (falando profeticamente) foi ferido pelas nossas iniqüidades e carregou em seu corpo os nossos pecados.


Jesus Cristo veio à terra como servo por ter uma obra especial a fazer. “Consumei a obra que me confiaste para fazer” (Jo. 17.4). Quando os seus discípulos estavam discutindo sobre qual deles era o maior, Jesus censurou-lhes o egoísmo, dizendo: “Pois, no meio de vós, eu sou como quem serve” (Lc. 22.27). Ele tomou até o lugar de servo e lavou os pés deles (Jo. 13.1-17), mas seu maior ato de serviço foi quando morreu por eles e por nós na cruz.


Sacerdotes


Os sacerdotes gregos também usavam esta palavra. Sempre que os adoradores levavam ao templo sacrifícios dedicados ao deus ou deusa que adoravam, os sacerdotes tinham de examinar o animal para certificar-se de que era perfeito. Se o sacrifício fosse aceitável, o sacerdote dizia: “Tetélestai – não tem defeito”. Os sacerdotes judeus seguiam um procedimento similar no templo e usavam o equivalente hebreu ou aramaico deste termo. Era importante que o sacrifício fosse perfeito.


Jesus Cristo é o sacrifício perfeito e imaculado de Deus. O Cordeiro de Deus que morreu para tirar o pecado do mundo (Jo. 1.29). Como sabemos que Cristo é um sacrifício perfeito? Deus Pai afirmou isso. Quando o Senhor Jesus foi batizado, o Pai falou do céu, dizendo: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo” (Mt. 3.17). Com estas palavras, Deus Pai colocou o selo da aprovação sobre Deus Filho. A seguir, Deus, o Espírito Santo, desceu como pomba e pousou sobre Jesus, acrescentando assim seu testemunho ao do Pai (Mt. 3.16).


Os inimigos de Cristo tiveram que admitir que Ele “foi” irrepreensível, pois se viram obrigados a alugar mentirosos para dar falso testemunho d’Ele em seu julgamento. Nenhum dos apóstolos jamais disse: “ouvi Jesus contar uma mentira”, ou “vimos Jesus cometer um pecado”. Ele é o Salvador perfeito, o Cordeiro de Deus “sem mancha e sem mácula” (I Pe. 1.19).


Pilatos, o governador romano, admitiu: “Não vejo neste homem crime algum” (Lc. 23.4). Até o traidor Judas confessou: “Pequei, traindo sangue inocente” (Mt. 27.4). Todos os que conheceram a Jesus podiam dizer: “Tetélestai! – Ele é o sacrifício perfeito, impecável”.


Artistas


Quando um artista ou escritor completava seu trabalho, eles davam um passo para trás, contemplavam a obra, e diziam: “Tetélestai! – está pronto. Isso significava que a morte de Jesus na cruz “completa o quadro” que Deus estava pintando, a história que vinha escrevendo havia séculos.


Para a pessoa que não conhece a Jesus Cristo, o A.T. será algo muito difícil e sombrio de se entender. No A.T. você encontra cerimônias, símbolos e profecias que não parecem ajustar-se a um padrão lógico. O A.T. é um livro de muitas cerimônias não explicadas e profecias que se cumpririam no futuro. Portanto, você não consegue a “chave hermenêutica” até que conheça a Jesus Cristo. A menos que você conheça a Jesus, o A.T. é como andar numa galeria de pintura com as luzes apagadas. Quando Jesus veio ao mundo, Ele completou o quadro e acendeu as luzes! Na sua vida, morte, ressurreição e ascensão, Jesus cumpriu os símbolos, profecias, e explica o significado da “pintura” que estava sendo confeccionada pelo Pai.


O evangelho de Lucas, no capítulo 24, ilustra esta verdade. Dois discípulos desanimados estão andando pela estrada de Emaús, discutindo a morte de Cristo e tentando descobrir o que ela significava. De repente, o Cristo ressurreto se junta a eles e os discípulos lhe contam sobre suas esperanças desfeitas e mentes confusas. Então, Jesus lhes disse: “Ó néscios e tardos de coração para crer tudo que os profetas disseram!” (Lc. 24.25). Depois, começando com Moisés e todos os profetas, o Senhor falou sobre as Escrituras do A.T. e explicou o panorama geral. Ele acendeu as luzes. Sua obra no Calvário havia completado o quadro, de modo que o grande plano da salvação de Deus estava agora claro para todos. Hoje podemos ler o A.T. e ver este quadro maravilhoso, embora ainda haja certas dificuldades e coisas difíceis de entender. Por causa da obra consumada de Jesus na cruz, podemos ver a tela completa pintada por Deus.










Mercadores


“Tetélestai” era uma palavra usada por servos, sacerdotes e artistas, mas os mercadores também a empregavam. Para eles, o termo significava “a dívida está completamente paga”. Se você comprasse algo “a prazo”, quando fizesse o último pagamento, o negociante lhe daria um recibo com a palavra “tetelestai”, ou seja, “quitado”. O débito fora totalmente pago.


Os pecadores incrédulos têm uma dívida com Deus e não podem pagar a conta. Por terem quebrado a lei de Deus, estão falidos e impossibilitados de quitar essa dívida. Mas Jesus pagou-a quando morreu na cruz. É isso que “tetélestai” significa: a divida foi paga, ela permanece paga e estará paga para sempre (Cl. 2.14-15). Nossa dívida com Deus era infinita. Jamais poderíamos saldá-la. Todos estamos aquém das exigências da lei. Ela requer perfeição, e nós somos imperfeitos. Nada que seja contaminado pode entrar no céu (Ap. 21.27).


Contudo, o que não podíamos fazer, Jesus fez por nós. Em Cristo, ficamos quites com a lei de Deus; as demandas da justiça divina foram satisfeitas. O sangue de Jesus nos justificou. Agora já não há mais nenhuma condenação para aqueles que estão em Cristo Jesus. Jesus se fez pecado por nós para que fôssemos feitos justiça de Deus.




Conclusão


“Tetélestai” era uma palavra familiar, dita por um salvador fiel sobre uma obra consumada. Quando Ele gritou a palavra, isso significou que todas as profecias do A.T. referentes à sua obra na cruz estavam então cumpridas e terminadas. A partir de Gênesis 3.15, Deus prometera que um Salvador derrotaria Satanás. Todos os retratos de Cristo existentes nos rituais e objetos do tabernáculo, do ministério sacerdotal e do sistema sacrificial estavam completamente terminados e cumpridos. Os símbolos e profecias do A.T. foram cumpridos. O véu do templo se rasgou em dois, e o homem pôde então entrar na presença de Deus. O caminho da salvação foi aberto.


“Está consumado” significa que a Lei da Antiga Aliança estava terminada. Não vivemos mais sob a escravidão da lei; em vez disso, vivemos na liberdade da graça de Deus (Rm. 6.15). A palavra importante do Evangelho não é “faça”, mas “está feito”. A obra da redenção terminou. Amém!


(TEXTO ESCRITO PELO IRMÃOS DO SEMINARIO QUERIGMA)


sexta-feira, 8 de outubro de 2010

O trigo e a figueira

         

A vida do Trigo e da Figueira

Você já observou a diferença entre o fruto do trigo e o da figueira? A Bíblia usa a figueira para representar Israel e, o trigo para descrever os cristãos. A figueira tem raízes muito profundas. O povo de Israel recebeu a bênção divina, mas toda essa bênção está relacionada com esta Terra; é como suas raízes estivessem muito presas a esta Terra; a Terra é a porção deles. Mas como é a raiz do trigo? O trigo é uma planta anual; é uma planta muito frágil, a qualquer momento pode ser arrancada. Essa planta está sempre pronta para ser separada da terra.

Os descendentes celestiais de Abraão receberam as bênçãos celestiais. Eles são como a figueira. Nós, porém, nada temos além do Senhor, nós recebemos as bênçãos celestiais porque somos como o trigo. O trigo não tem raízes profundas, a qualquer momento pode ser arrebatado. O arrebatamento é o futuro do trigo. Quando o trigo será arrancado? Quando estiver maduro. Outra característica interessante sobre a vida do trigo é que ele morre da espiga para baixo. Quando está maduro, o caule e a raiz morrem. Quando o fruto está maduro, ou seja, quanto mais você amadurece diante do Senhor, mais e mais você vai se desprendendo deste mundo.
Essa é a natureza do arrebatamento. Então, não provoque desavenças com os pré-tribulacionistas nem com os pós-tribulacionistas. O importante é que fomos criados para o arrebatamento. E o trigo possui uma vida tal que faz com que mais e mais morramos para o mundo. Quanto mais mortos para o mundo, mais vivos para o céu. Quando o trigo cresce e chega à maturidade, quanto mais ele amadurece, mais ele reclina a cabeça. O joio, entretanto, é diferente. À medida que o tempo passa, o joio fica cada vez mais rijo. É por isso que o Senhor disse para deixá-los crescer juntos. O Senhor nos semeou neste mundo. O trigo cresce sob a luz intensa do sol; sol após sol. E, ao absorver a luz que vem do sol, pouco a pouco o trigo vai amadurecendo. Então, quando o fruto está maduro, imediatamente a foice vai fazer o seu trabalho. O momento da ceifa chegou, o arrebatamento vai acontecer.
Esse é o futuro da vida cristã. E, por essa razão, a Bíblia diz que a ceifa é a consumação do século. Nós, cristãos, temos uma história um futuro. Quando chegamos à última página da história deste mundo, nos deparamos com o futuro do mundo. Mas, o Senhor realmente semeou a Sua semente neste mundo e deixou o trigo crescer. E esse trigo também tem a sua própria história. Ele vai crescer junto com o joio. Quanto mais o trigo amadurece, mais ele morre para o mundo. Quanto mais os cristãos caminham para a maturidade, mais eles se tornam humildes.
                                      
 Autor: Christian Chen
Extraído do livro Grandes Profecias da Bíblia – Edições Tesouro Aberto

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

The Kingdom of Jesus

1. “THY KINGDOM COME”

When Jesus Christ returns in His glory, this is not the end of the story for the present earth. Our Lord’s plan is not to return momentarily, whisk believers off to heaven and abandon the earth to a later destruction by fire (II Pet 3:10). As a matter of fact, God has plans for this earth. After His return, He intends to set up a kingdom here. Centered in Jerusalem in the land of Israel, His authority will be established over all the inhabited earth. This kingdom will last for one thousand years and so is therefore known as the “Millennial Kingdom.”
The people over whom He will reign are those few who have survived the tribulation period. Although initially their numbers will be very reduced from today’s population because of the tribulation judgments, since there will be no wars and undoubtedly a lack of plagues and diseases during the millennium, the numbers of human beings on the earth will grow rapidly. We are not speaking here about the church or believers, but about “normal” people who by God’s mercy survived His judgments on the earth. Not only will Jesus be reigning on this earth for 1,000 years, but Christians too will be involved in this Kingdom. Those who have made themselves ready will reign with Him (Rev 20:4). Many believers have their hearts and minds set on heaven but God is not finished with this earth yet. While it is good to “set our mind on things which are above” (Col 3:2), we also should be aware of and looking forward to what God is planning. We should understand what really is going to happen. After His return, His plan is to spend one thousand more years on this earth. It is only after this millennial kingdom that there will be “a new heaven and a new earth” (Rev 21:1) which is what many think of as “heaven.”
In light of the above facts, perhaps we as Christians should reconsider our present suppositions concerning the earth and what our role in it should be. Perhaps we should relinquish our escapist philosophy and realize that God is not finished with the earth yet and neither are we. I am not talking here about a new plan to improve the environment or to end nuclear war. Neither am I going to recommend some social action to improve the present state of affairs. What I am proposing is that believers need to be getting ready for the next phase of God’s plan on this present earth – the coming Kingdom.
Now I realize that there are those who do not believe that there is an earthly Kingdom coming, or think that it is here today or even that it has come and gone already. But dealing with these doubts, misconceptions and misunderstandings in any kind of a thorough way is really beyond the scope of this book. Suffice it to say that if people do not see from the scriptures a Millennial (1,000 year) Kingdom where Satan is bound (Rev 20:3,7) – which surely he is not today – where Jesus Christ is ruling the nations with a rod of iron and they are infinitely obedient to His will (Rev 19:15), where the sucking child will play on the hole of the asp and the wolf will lie down with the lamb (Is 11:6-8), where men beat their swords into plowshares and their spears into pruning hooks and there is no more war (Is 2:4), where Christ reigns physically on the earth (I Cor 15:25, Is 24:23, Rev 20:6), reapportions the land of Israel among the twelve tribes (Ezek 48) and builds again the temple (Ezek 40-43, Zech 6:12,13); if they do not see in this an earthly, physical Kingdom of Jesus Christ, then I do not know how to convince them. There is just no way to prove anything to anybody from the scriptures if they are not open to it. However if there are those who are not certain about this and are genuinely interested in a better understanding of the coming Kingdom of God, then I suggest they go to a good Christian bookstore and buy some books written by authors who believe the Bible literally, just as it reads, and do some further study. Also a partial listing of scriptures concerning the Kingdom is being included at the end of this book for the serious Bible student. “And we shall reign on the earth”...”with him a thousand years” (Rev 5:10, 20:6).
This earthly reign of Jesus Christ is the fulfillment of God’s promise to King David that there would never fail of his seed one to sit on his throne (II Sam 7:12, Jn 7:42). It is the completion of God’s commandment to Adam to have dominion over the earth (Gen 1:28), a sabbath rest to the people of God (Heb 4:1), the Day of the Lord (I Thess 5:2), and much, much more. What a blessed fact that we, God’s people, can be a part of it with Him. The participation of believers in this Millennial reign of Christ is one of the most neglected parts of the gospel. Too often we have skipped over this most serious subject while looking towards going to heaven for eternity. Yes, we should set our affections on things above, and it is true that our reward is laid up for us in heaven, but the Bible teaches that when Jesus Christ returns He is bringing these rewards to earth with Him (Rev 22:12). I am not suggesting that we fill our minds with earthly things, but that we prepare to bring the heavenly things to earth. This is part of the gospel. The Kingdom reign of Jesus Christ is an indispensable part of what He came for and is going to do. And our role in this plan is of the utmost importance. So central is the idea of the coming Kingdom to the gospel that when Jesus taught His disciples to pray, the very first petition He spoke was “Thy kingdom come...on earth,” just as it now is in heaven (Mt 6:10 NASB). It should be very significant to us that the first thing which our Lord taught us to ask for was the arrival on earth of God’s kingdom. Also, a great many parables which He taught were about the coming Kingdom and what it would be like. Certainly we should not treat this subject as unimportant or inconsequential. Rather, with the return of the Lord drawing nigh, it is something to which all of God’s children need to give serious and prolonged consideration.
There is no way for the people of God to circumvent the Kingdom. It is a part of God’s plan for the earth in which we will all participate in some fashion or other. The amazing but largely unannounced truth is that what we do today has everything to do with what our role in that Kingdom will be. No matter how old we are, our time on the earth is not “just about over.” We still have at least 1,000 years to work together with our Lord for the accomplishment of His purposes in this world. Our faithfulness, our diligence and in fact our whole manner of living in this present world will be the determining factor for what role Christ gives us in His Kingdom when He returns. Can this be any surprise? Even in this earthly realm people give places of responsibility and honor to those who are hard working and faithful. Does not Jesus say that He will reward each man according to his works (Rev 22:12, I Cor 3:14)? This is exactly what He will do. With this in mind, in the following chapters we will examine several aspects of the Kingdom which have great relevance to us today. Many of these truths may seem startling but I beg you for your own sake, do not close your mind to them. After reading this book, search the scriptures for yourself to see if these things are true. By all means do not be talked out of them by some well-meaning individual without looking into it thoroughly. The coming Kingdom has much to do with you and no one else can change your part in it. “So then every one of us shall give account of himself to God” (Rm 14:12).
“And I say unto you, that many shall come from the east and west, and shall sit down with Abraham, and Isaac, and Jacob, in the kingdom of heaven. But the sons of the kingdom shall be cast out into outer darkness: there shall be weeping and gnashing of teeth” (Mt 8:11,12).






2. THE TWO “KINGDOMS”


Before we get very far in this book, one thing must be made very clear if the readers are to properly understand this message, and that is that the “Kingdom of Heaven” is not the same thing as heaven. Let me say that again. When the New Testament uses the phrase “the Kingdom of Heaven” it is not referring to heaven. Instead it is referring to the Millennial Kingdom about which we have been talking. Such a mistake is easy to make if we do not read the Bible carefully. Since many believers have heard a great deal of preaching and teaching about heaven as a destination, it is easy to read about “the Kingdom of Heaven” and automatically think “heaven.” However, as we will see throughout this book, this phrase has a very different and important meaning.
Perhaps the confusing element in the phrase “the Kingdom of Heaven” are the words “of heaven.” What these words actually mean is that the coming earthly Kingdom has its origin in heaven – that it is heavenly in its nature and content. Yet it is a kingdom from heaven, not a kingdom in heaven. It is not the “heaven” about which the Bible speaks in other places. God reigns supreme in heaven. Heaven is the locus of His authority – the point from which He rules the universe. The words “of heaven” then are referring to the source of this Kingdom about which Jesus testified. It is the place from which the Kingdom is coming, not a destination to which we are going. Again, the prayer which He taught His disciples to pray clearly paints the picture: “Thy kingdom come...on earth as it is in heaven” (Mt 6:10 NASB). Jesus’ prayer was that the Father’s heavenly Kingdom would be fully manifested on the earth. So we see that although the Kingdom of Heaven is heavenly in character and origin, it is not the same thing as heaven.
It is interesting to note that of all the New Testament writers, only Matthew uses the phrase “the Kingdom of Heaven.” All of the other writers use the phrase “the Kingdom of God.” In the four gospels, when the writers are quoting the same parables of Jesus, Matthew uses “the Kingdom of Heaven” and the other three say “the Kingdom of God.” This shows us that these terms are used interchangeably in the inspired Word. There is no difference between the two. Such an observation also reinforces the idea that the “Kingdom of Heaven” is not heaven, rather it is the kingdom of God which will come to this earth when Jesus returns. The importance of the distinction between the Kingdom of Heaven and “heaven” comes when we read the parables which Jesus taught about this kingdom. If we apply the “kingdom parables” to heaven, then we can come away with some very confusing and even wrong ideas. But when we apply them correctly to the coming earthly kingdom of Jesus Christ, much more of God’s truth becomes clear. This is exactly what we will be doing in some of the later chapters of this book.
The Jewish people who were listening to Jesus teach did not have a problem understanding that He was referring to an earthly Kingdom. On the contrary, many of them had difficulty realizing the spiritual aspects of it. For centuries they had been waiting for Messiah the King who would lead them out of bondage. They well knew the scriptures prophesying that One would come to sit on the throne of David and rule over them (Is 9:7). When Herod questioned the scribes regarding the place of the Messiah’s birth, they knew the exact location. The coming of a King to set up an earthly Kingdom was no secret to them. It was exactly what they were waiting for. What they failed to realize was that the prophesied coming of Jesus consisted of two events. There was a first coming and there will be a second one – one to which all true believers are looking forward. And it is at the second one that He will establish His earthly, physical Kingdom.



TWO ASPECTS OF THE KINGDOM


What the Jews did not realize then, but what we know now, is that these two comings of Christ correspond to two aspects of the Kingdom of God. First, there is a present spiritual experience of the Kingdom into which Christians can enter and second, there is the coming outward manifestation of the Kingdom on this earth. Today we can experience the Kingdom spiritually, and someday soon it is coming to the earth physically. On the one hand, referring to the first, Jesus said, “My kingdom is not of this world” (Jn 18:36). But on the other hand, the scriptures read, “The kingdoms of this world are become the kingdoms of our Lord, and of his Christ,” (Rev 11:15). Although the spiritual aspect of the Kingdom, ushered in with the first advent of Christ, and the outward manifestation of it, which begins with the second coming, are separated by 2,000 years, they have very much in common. In fact they are inseparable and completely interrelated.
In order to convey a clear comprehension of these two facets of the Kingdom of God, perhaps it will first be necessary to talk about just what a kingdom is. A kingdom is a certain geographical area which is governed by a king. A kingdom is also a collection of people who are subjected to the will and dictates of a particular king. Actually these two definitions fit exactly with the two “Kingdoms” about which we have been talking. With Christ’s first coming He is gathering to Himself a people. With His second, He will establish His rightful rulership over this world. His first advent heralded the assertion of His Lordship over hearts and lives of men who are willing to submit themselves to Him, and His second, His Kingship over all the inhabited earth.
In most of the free world today people have a lot of trouble understanding the concept of “king.” There are very few rulers today who claim to be kings, and those that do (except perhaps in the Middle East) actually wield very little power. The idea of bowing before someone and being obedient to his every wish is foreign to us if not even repulsive. The very thought of not being in control of their own lives has not even entered very many men’s minds. We, especially in the United States, are used to “freedom” and any “kings” that come along may have some difficulty asserting their influence over us. Alas, such is the situation with Jesus Christ and much of His Church today. We, His people, rightfully belong to Him, but are submitted to His authority very little.
Perhaps a word which could be used to better describe what the Biblical word “king” should mean to us is the word “dictator.” Here is a word to which our world can relate. It holds for us the idea of a man who wields absolute power. His word is law and no one dares to disobey. This is really what the Bible means when it uses the word “king.” (The word “Lord,” by the way, has a very similar meaning.) Although “dictator” may convey to us the idea of harshness or cruelty while our King, Jesus, is not that way, still the concept of absolute power and authority is exactly correct. God has made this same Jesus who was crucified both King and Lord. In fact, He is King of kings and Lord of lords (Rev 19:16). It is to Him we must submit ourselves and Him we must obey.
Now, with this in mind, we can talk a little about the Kingdom of God. The Kingdom of God, or the Kingdom of Heaven, is the sphere over which God’s authority extends. It consists of the territory and the beings over which He rules. We normally assume that most of the universe fits into this category. One exception is this earth and the majority of the people on it. The Bible teaches us that this world is presently in the hands of the devil and he is a prince over it and its inhabitants (Jn 14:30). Although Jesus has defeated him at the cross, this victory has not yet been fully manifested. God is just now in the process of establishing His rightful authority over this world. When Jesus Christ returns, the devil will be chained up for 1,000 years (Rev 20:1-3) and He will reign supreme in all the earth.
As mentioned previously, the first place that He is starting to rule and the area in which He is working today is the hearts and lives of men and women. Through the events of His first advent, Jesus Christ demonstrated His right to transfer people out of this world’s kingdom of darkness into His own Kingdom of light. He has redeemed mankind with His own precious blood and purchased us for His own possession. Now we are rightfully His! Whereas once we were obedient to the evil ruler of this age, now we need be subjected to him no longer. Jesus has set us free. Although we were God’s because He made us, Satan usurped this authority in the garden of Eden through his temptation of Adam and Eve. Now, Jesus Christ is in the process of recovering us from this fall and reestablishing His Kingship over His people. Hallelujah!